Sansão
11-06-2004, 17:09
Avelino Ferreira Torres condenado a três anos de prisão e perda de mandato
Lusa
O Tribunal de Marco de Canaveses condenou hoje o presidente da Câmara local, Avelino Ferreira Torres (CDS-PP), a três anos de prisão com pena suspensa e decretou a perda do seu mandato autárquico pelo crime de peculato e peculato de uso.
O caso remonta aos anos de 1995 e 1996, quando o presidente da Câmara de Marco de Canaveses utilizou bens e equipamentos da autarquia para realizar trabalhos particulares.
Neste processo - cujo julgamento teve início a 3 de Março - eram também arguidos Agostinho José Vinha, ex-assessor de imprensa do presidente da Câmara de Marco de Canaveses, e Mário Vasconcelos Nogueira, que era encarregado de obras da autarquia. Durante o julgamento Ferreira Torres negou as acusações, afirmando que nunca utilizou veículos e ferramentas da autarquia em obras particulares.
O autarca admitiu, no entanto, que os trabalhos foram executados por funcionários da Câmara, mas sempre nos seus tempos livres, nomeadamente quando gozavam folgas por horas extraordinárias não pagas. Três funcionários que alegadamente executaram os trabalhos em propriedade do autarca explicaram, em tribunal, que efectuaram obras durante a semana e sob as ordens do encarregado e também arguido Mário Nogueira.
Avelino Ferreira Torres foi pronunciado por um juiz de instrução em Outubro de 2001, mas os sucessivos recursos interpostos pelo seu advogado adiaram o início do julgamento. Marco Maurício
O caso remonta aos anos de 1995 e 1996
Lusa
O Tribunal de Marco de Canaveses condenou hoje o presidente da Câmara local, Avelino Ferreira Torres (CDS-PP), a três anos de prisão com pena suspensa e decretou a perda do seu mandato autárquico pelo crime de peculato e peculato de uso.
O caso remonta aos anos de 1995 e 1996, quando o presidente da Câmara de Marco de Canaveses utilizou bens e equipamentos da autarquia para realizar trabalhos particulares.
Neste processo - cujo julgamento teve início a 3 de Março - eram também arguidos Agostinho José Vinha, ex-assessor de imprensa do presidente da Câmara de Marco de Canaveses, e Mário Vasconcelos Nogueira, que era encarregado de obras da autarquia. Durante o julgamento Ferreira Torres negou as acusações, afirmando que nunca utilizou veículos e ferramentas da autarquia em obras particulares.
O autarca admitiu, no entanto, que os trabalhos foram executados por funcionários da Câmara, mas sempre nos seus tempos livres, nomeadamente quando gozavam folgas por horas extraordinárias não pagas. Três funcionários que alegadamente executaram os trabalhos em propriedade do autarca explicaram, em tribunal, que efectuaram obras durante a semana e sob as ordens do encarregado e também arguido Mário Nogueira.
Avelino Ferreira Torres foi pronunciado por um juiz de instrução em Outubro de 2001, mas os sucessivos recursos interpostos pelo seu advogado adiaram o início do julgamento. Marco Maurício
O caso remonta aos anos de 1995 e 1996
