Patacôncio
17-06-2004, 19:25
Como é possível negar a eficácia da política orçamental?
A Nelita pode ser acusada de muitas coisas. Como, por exemplo, não estar a conseguir, aparentemente, "vergar" a função pública. E reformar, a torto e a direito, a Admnistração Pública.
Mas em termos de eficácia de política orçamental ela é o melhor, repito, melhor Ministro das Finanças, que alguma vez Portugal teve.
Digam o que disser, façam a demagogia que quiserem, não há volta a dar-lhe. Como diz o ditado: "contra factos não há argumentos".
Olhe-se para estes gráficos e tirem-se as conclusões que se tirar. Há uma política orçamental que está a fazer os seus efeitos.
E ainda estamos na fase da retoma da nossa economia.
Sairam os dados da execução orçamental de Janeiro a Maio, inclusivé! (http://www.dgo.pt/Boletim/0504-rel.html)
Uma breve análise ao que lá vem é simples. Goste-se, ou não, da mulher. Ele é a melhor Ministra das Finanças que Portugal conheceu, desde o 25 de Abril.
Diga-se o que se disser, ela conseguiu, em apenas dois anos, "domar" a Despesa Pública. Principal cancro que minou a nossa economia nacional e principal responsável pela grave crise económica que se viveu em Portugal.
E desafio quem quer que seja a demonstrar que estou errado. Demonstrem com factos, números e lógica racional.
Porque, se eu estiver errado, eu mudo de opinião. Só os burros é que não mudam de opinião! ehhehehehheheh
http://www.dgo.pt/Boletim/0504-g1.gif
http://www.dgo.pt/Boletim/0504-g2.gif
http://www.dgo.pt/Boletim/0504-g3.gif
Agora, questiono qualquer um. O que acontecerá às Finanças Públicas quando Portugal estiver a crescer acima do seu PIB potencial?
E mais questiono. Se a política orçamental é de um estrito controlo orçamental, como se pode criticar esta política económica e, ao mesmo tempo, dizer que é necessário usar a despesa pública para acelerar o crescimento económico.
Se fosse utilizada a despesa pública como alavanca do crescimento económico, seria então mau que que a procura interna fosse a líder da retoma?
Claro que seria. Mas isso foi sempre o que a oposição pediu. Mas quando o crescimento económico do 1º Trimestre revelou um forte procura interna, quais foram as críticas?
Assim não há país que resista. Não se pode criticar a Nelita por despesismo e, ao mesmo tempo, dizer que dizer que temos uma política orçamental descontrolada.
Não se pode pedir despesa pública e, ao mesmo tempo, criticar a Nelita só porque a Procura Interna está mais forte.
Não se pode pedir à Nelita que a nossa comeptitivdade interna expluda e recupere o que durante anos perdemos. E não podemos pedir à Nelita que as exportações expludam quando a nossa competitivdade, durante anos, foi desbaratada. E, depois, com uma subida de cerca de 50% da nossa moeda, e com uma subida de cerca de 40% do petróleo, peçamos uma economia a subir acima dos 3 a 4%.
É que, nunca, mas nunca, houve nenhum Ministro das Finanças que enfrentesse uma grave recessão internacional, e, ao mesmo tempo, que tivesse uma subida de 50% na sua moeda (neste caso o €uro), sofrermos um mini-choque petrolífero e, ainda por cima, a sofrermos uma pesada restrição orçamental.
Nunca, repito, nunca na história económica portuguesa tal facto aconteceu.
Mas esta senhora, que tem muitos defeitos, tem uma virtude. Enfrentou o que outros recusaram. Assumiu as "despesas" do descontentamento popular. Aplicou medidas férreas. Aumentou impostos. Governou com uma pesada recessão às costas e uma crise internacional, a pior desde há mais de 70 anos.
Digam que foi que enfrentou tal situação análoga.
E o único Ministro das Finanças que sofreu quase uma situação semelhante foi o Ernáni Lopes. Mas amparado por um Bloco Central, que lhe cobriu todas as medidas impopulares. Numa espécie de Governo de Salvação Nacional. Por causa do FMI!
Portanto... Ou me demosntram que estou completamente errado. Ou deixem-se de bocas à "treinador de bancada".
Porque a seriedade exige, de cada um de nós, a honestidade intelectual para discutirmos isto como deve ser. E não numa espécie de "campeonato do Café da Esquina".
Mas cada qual a sua mania! :confused: :confused: :confused:
A Nelita pode ser acusada de muitas coisas. Como, por exemplo, não estar a conseguir, aparentemente, "vergar" a função pública. E reformar, a torto e a direito, a Admnistração Pública.
Mas em termos de eficácia de política orçamental ela é o melhor, repito, melhor Ministro das Finanças, que alguma vez Portugal teve.
Digam o que disser, façam a demagogia que quiserem, não há volta a dar-lhe. Como diz o ditado: "contra factos não há argumentos".
Olhe-se para estes gráficos e tirem-se as conclusões que se tirar. Há uma política orçamental que está a fazer os seus efeitos.
E ainda estamos na fase da retoma da nossa economia.
Sairam os dados da execução orçamental de Janeiro a Maio, inclusivé! (http://www.dgo.pt/Boletim/0504-rel.html)
Uma breve análise ao que lá vem é simples. Goste-se, ou não, da mulher. Ele é a melhor Ministra das Finanças que Portugal conheceu, desde o 25 de Abril.
Diga-se o que se disser, ela conseguiu, em apenas dois anos, "domar" a Despesa Pública. Principal cancro que minou a nossa economia nacional e principal responsável pela grave crise económica que se viveu em Portugal.
E desafio quem quer que seja a demonstrar que estou errado. Demonstrem com factos, números e lógica racional.
Porque, se eu estiver errado, eu mudo de opinião. Só os burros é que não mudam de opinião! ehhehehehheheh
http://www.dgo.pt/Boletim/0504-g1.gif
http://www.dgo.pt/Boletim/0504-g2.gif
http://www.dgo.pt/Boletim/0504-g3.gif
Agora, questiono qualquer um. O que acontecerá às Finanças Públicas quando Portugal estiver a crescer acima do seu PIB potencial?
E mais questiono. Se a política orçamental é de um estrito controlo orçamental, como se pode criticar esta política económica e, ao mesmo tempo, dizer que é necessário usar a despesa pública para acelerar o crescimento económico.
Se fosse utilizada a despesa pública como alavanca do crescimento económico, seria então mau que que a procura interna fosse a líder da retoma?
Claro que seria. Mas isso foi sempre o que a oposição pediu. Mas quando o crescimento económico do 1º Trimestre revelou um forte procura interna, quais foram as críticas?
Assim não há país que resista. Não se pode criticar a Nelita por despesismo e, ao mesmo tempo, dizer que dizer que temos uma política orçamental descontrolada.
Não se pode pedir despesa pública e, ao mesmo tempo, criticar a Nelita só porque a Procura Interna está mais forte.
Não se pode pedir à Nelita que a nossa comeptitivdade interna expluda e recupere o que durante anos perdemos. E não podemos pedir à Nelita que as exportações expludam quando a nossa competitivdade, durante anos, foi desbaratada. E, depois, com uma subida de cerca de 50% da nossa moeda, e com uma subida de cerca de 40% do petróleo, peçamos uma economia a subir acima dos 3 a 4%.
É que, nunca, mas nunca, houve nenhum Ministro das Finanças que enfrentesse uma grave recessão internacional, e, ao mesmo tempo, que tivesse uma subida de 50% na sua moeda (neste caso o €uro), sofrermos um mini-choque petrolífero e, ainda por cima, a sofrermos uma pesada restrição orçamental.
Nunca, repito, nunca na história económica portuguesa tal facto aconteceu.
Mas esta senhora, que tem muitos defeitos, tem uma virtude. Enfrentou o que outros recusaram. Assumiu as "despesas" do descontentamento popular. Aplicou medidas férreas. Aumentou impostos. Governou com uma pesada recessão às costas e uma crise internacional, a pior desde há mais de 70 anos.
Digam que foi que enfrentou tal situação análoga.
E o único Ministro das Finanças que sofreu quase uma situação semelhante foi o Ernáni Lopes. Mas amparado por um Bloco Central, que lhe cobriu todas as medidas impopulares. Numa espécie de Governo de Salvação Nacional. Por causa do FMI!
Portanto... Ou me demosntram que estou completamente errado. Ou deixem-se de bocas à "treinador de bancada".
Porque a seriedade exige, de cada um de nós, a honestidade intelectual para discutirmos isto como deve ser. E não numa espécie de "campeonato do Café da Esquina".
Mas cada qual a sua mania! :confused: :confused: :confused:
