Patacôncio
13-07-2004, 15:42
Anda muita gente preocupada, e com razão, com o controlo do déficit orçamental.
Tenho uma sugestão.
Vejamos. Se extrapolarmos o déficit dos 5 primeiros meses do ano para o resto ano, temos seguintes valores:
Déficit Corrente: 500 milhões de €uros
Déficit de Capital: 3 100 milhões de €uros
Sendo assim, o pior déficit é o do investimento público.
Como o reduzir e baixar para metade, com o mesmo número de obras públicas?
Simples. Despedir a generalidade do funcionalismo público que gere os investimentos públicos e "recriar" uma admnistração pública que tome conta do investimento público.
E querem saber o porquê?
Porque são notícias como esta que me enoja a mania da esquerda estatista em defender o investimento público, com unhas e dentes!
Sempre a mamar, à custa dos nossos impostos! (http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24745404&wcomm=true#comentarios)
Instituto de Estradas de Portugal
Má gestão na Ponte Europa
A Ponte Europa, em Coimbra, custou mais 120% do que estava previsto devido a «uma gestão ineficiente e esbanjadora dos dinheiros públicos» pelo Instituto de Estradas de Portugal (IEP), acusa o Tribunal de Contas (TC).
Os inspectores garantem que os contribuintes pagaram mais 46 milhões de euros pela execução do projecto - orçado em 111, 38 milhões de euros - devido ao despesismo daquele instituto.
No relatório da auditoria realizada à obra - executada entre 1990 e 2004 - , hoje divulgado pelo «Correio da Manhã», o TC não hesita em afirmar que os custos acrescidos teriam sido evitados com «diligência, competência e eficiência» na gestão do projecto. O orçamento inicial de seis milhões de euros foi inflacionado por que o IEP «não teve em conta razões de economia, eficiência e eficácia na aplicação dos dinheiros públicos», justificam os inspectores.
O TC não poupa criticas à actuação daquele organismo, acusando-o mesmo de ter feito uma «defesa pouco diligente do interesse e dos dinheiros públicos, por não assacarem responsabilidades».
A Ponte Europa estava prevista no Plano Director Municipal de Coimbra desde 1993, mas só recentemente abriu ao tráfego. Prevista como o «elemento estruturante de um projecto de realização da rede viária» daquele concelho - diz o TC - , acabou por sofrer vários atrasos a que não terá sido alheia a agora denunciada má gestão do IEP.
Tenho uma sugestão.
Vejamos. Se extrapolarmos o déficit dos 5 primeiros meses do ano para o resto ano, temos seguintes valores:
Déficit Corrente: 500 milhões de €uros
Déficit de Capital: 3 100 milhões de €uros
Sendo assim, o pior déficit é o do investimento público.
Como o reduzir e baixar para metade, com o mesmo número de obras públicas?
Simples. Despedir a generalidade do funcionalismo público que gere os investimentos públicos e "recriar" uma admnistração pública que tome conta do investimento público.
E querem saber o porquê?
Porque são notícias como esta que me enoja a mania da esquerda estatista em defender o investimento público, com unhas e dentes!
Sempre a mamar, à custa dos nossos impostos! (http://online.expresso.clix.pt/1pagina/artigo.asp?id=24745404&wcomm=true#comentarios)
Instituto de Estradas de Portugal
Má gestão na Ponte Europa
A Ponte Europa, em Coimbra, custou mais 120% do que estava previsto devido a «uma gestão ineficiente e esbanjadora dos dinheiros públicos» pelo Instituto de Estradas de Portugal (IEP), acusa o Tribunal de Contas (TC).
Os inspectores garantem que os contribuintes pagaram mais 46 milhões de euros pela execução do projecto - orçado em 111, 38 milhões de euros - devido ao despesismo daquele instituto.
No relatório da auditoria realizada à obra - executada entre 1990 e 2004 - , hoje divulgado pelo «Correio da Manhã», o TC não hesita em afirmar que os custos acrescidos teriam sido evitados com «diligência, competência e eficiência» na gestão do projecto. O orçamento inicial de seis milhões de euros foi inflacionado por que o IEP «não teve em conta razões de economia, eficiência e eficácia na aplicação dos dinheiros públicos», justificam os inspectores.
O TC não poupa criticas à actuação daquele organismo, acusando-o mesmo de ter feito uma «defesa pouco diligente do interesse e dos dinheiros públicos, por não assacarem responsabilidades».
A Ponte Europa estava prevista no Plano Director Municipal de Coimbra desde 1993, mas só recentemente abriu ao tráfego. Prevista como o «elemento estruturante de um projecto de realização da rede viária» daquele concelho - diz o TC - , acabou por sofrer vários atrasos a que não terá sido alheia a agora denunciada má gestão do IEP.
