Caros colegas de fórum, uma vez que "me caiu um pardal em cima" e tive de pesquisar sobre este assunto, aqui vos deixo o link para um artigo interessante sobre o tema.
Criação de pardais (http://blogdosbichos.blogs.sapo.pt/arquivo/081834.html)
http://blogdosbichos.blogs.sapo.pt/arquivo/chorao.jpg
A quem souber algo sobre o tema, agradeço a partilha de qualquer informação que possa aumentar as hipóteses do bicho sobreviver.
PS: Até agora parece estar tudo controlado, mas a minha ausência de experiência nesta matéria deixa-me bastante inseguro.
Foste bater à porta certa. A nossa amiga Formiguinha! Ela sabe disso!
Mas a minha aprendizagem é mais bruta! Já os criei a pão e água. E se tu tivesses lido a história do meu amio Bicudo, já sabias tudo. Pão água e uma palhinha!
Mas não esqueças que os pardais são como nós. Ou dá ou não dá! Se dá, dá até apenas com pão e água, se não dá podes encher-te das melhores protaínas que estás sempre lixado! Com os pardais é o mesmo.
Segue os conscelhos da Formiguinha e esquece os meus. Talvez safes o pardal!
Ontem, quando lhe comecei a dar as papas para cria apresentou significativas melhoras, parecia mesmo que estava no bom caminho.
Devo ter feito algo mal, pois hoje de manhã o bicho estava apático, nem comeu nada de jeito e agora à hora de almoço
já tinha "batido a bota".
Estou triste, repito para mim próprio aquilo que disse quando o recolhi: "não se perderá nada que não esteja já perdido" e "só temos a obrigação de tentar e nenhuma garantia de conseguir".
Mas nada evitou o rolar de uma lágrima, a frustração de falhar, a tristeza inerente à morte fora de tempo, pois para ele tinha acabado de começar a vida.
Pelo menos tentei !
E voltarei sempre a tentar!
Nunca cederei aqueles que dizem que o "melhor é torcer-lhe já o pescoço que sempre se evita algum sofrimento", acho que essa lógica devia era ser aplicada em alguns humanos, geralmente passarões, hibridos de predador e necrófago, que são a verdadeira praga da nossa espécie.
Estou azedo, é melhor não dizer mais nada hoje.
Inté
costarios 27-07-2004, 15:18 Janado, valeu pela intenção! Pelo menos tentaste.
Mohandas 27-07-2004, 16:13 Estou solidário, Janado, e tenho pena de não ter lido isto mais cedo.
Para o caso, improvável, de te veres noutra idêntica, tens de o ter um local parecido com o ninho. Sugestão: uma caixa de sapatos com algodão num local quente e seco. Não são necessários muitos líquidos, mas é preciso alimentá-lo com muita regularidade, tipo de 15 em 15 minutos. Se conseguires dar-lhe insectos melhor, mas miolo de pão, pedacinhos de fruta e sementes cumprem bem a função. À noite, cobre-o com um trapo evitando tapar-lhe a cabeça.
Boa sorte.
Fazes bem tentar sempre.
Uma vez ia para o Algarve e tinha um pardalito pequeno preso no arejador da casa de banho. Pensei que teria de o deixar lá a morrer, pois tirar a tampa não custou nada, o pior era tirar de lá o gajo. Eu metia a mão e ele chegava-se tanto quanto podia e às vezes tocava-lhe com a ponta do dedo nas penas mas não dava para agarrar.
Creio que o bichinho terá percebido que esta coisa horrenda que o queria agarrar, afinal só queria o bem dele. Veio encaixar-se-me na mão. Mal o agarrei disse para mim e os ajudantes mirones. Estás safo!
Dei-lhe pão, mas este era já grandinho. Depois de se empanturrar de pão, esvoaçou pela sala fora e pousou sobre uns livros. Pôs-se a olhar para mim. Fechei o estore, apaguei a luz e ele ali ficou. Apanhei-o dei-lhe água e bebeu. Senti-o pujante, levei-o à varanda e larguei-o. Aterrou na oliveira, no Quintal à minha frente e desfez-se todo em agradecimentos. De seguida partiu com o Maralhal dele e eu fui atrasado para o Algarve, com cerca de duas horas de atraso. Mas valeu a pena!
Um dia conto-te a história do Bicudo. Ou vais ao blog do meu Quico que ela está lá.
o tempo e sempre curto e nao da para chegar a tudo.......... :o mas.........li e gostei! :) Bom coracao o teu Janado! :) tambem tenho umas historias que hei-de compartilhar convosco!
Um abraco :) :)
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