Karl Marx
19-11-2003, 11:47
Jornalista põe em causa a segurança de Buckingham
O tablóide londrino "Daily Mirror" põe hoje a nu as sérias deficiências dos serviços de segurança do Palácio de Buckingham, onde está instalado por estes dias o Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. Segundo o diário, um dos seus jornalistas trabalhou durante dois meses no palácio, emprego que obteve através de referências falsas.
"Se tivesse sido um terrorista com intenções de assassinar a Rainha Isabel II ou George W. Bush, teria conseguido fazê-lo com total facilidade", escreve o jornalista Ryan Parry.
"Servi o pequeno-almoço a membros-chave do gabinete de Bush, como a conselheira para a Segurança Nacional, Condoleeza Rice, e o secretário de Estado, Colin Powell", escreve ainda.
O "Daily Mirror" de hoje intitula a história como "O maior escândalo da segurança real" e dedica 15 páginas ao tema. Para além disso, o jornal ilustra a reportagem com algumas fotos, nomeadamente do jornalista na "suite belga", o quarto em que estão alojados o Presidente Bush e a sua mulher, Laura, bem como a sala reservada ao pequeno-almoço, onde Parry, nas suas próprias palavras, poderia ter "envenenado a Rainha".
O diário denuncia a paradoxal incompetência das forças de segurança britânicas, que nas ruas põem 14 mil polícias e que, ao invés, permitem que uma pessoa com referências falsas trabalhe no próprio Palácio de Buckingham. O jornalista assegura que "ninguém, durante os últimos meses, lhe revistou os bolsos quando entrava ou saía do palácio".
O Palácio de Buckingham recusa comentar este episódio. Eric Feferberg/AFP
O diário denuncia a paradoxal incompetência das forças de segurança britânicas
O tablóide londrino "Daily Mirror" põe hoje a nu as sérias deficiências dos serviços de segurança do Palácio de Buckingham, onde está instalado por estes dias o Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. Segundo o diário, um dos seus jornalistas trabalhou durante dois meses no palácio, emprego que obteve através de referências falsas.
"Se tivesse sido um terrorista com intenções de assassinar a Rainha Isabel II ou George W. Bush, teria conseguido fazê-lo com total facilidade", escreve o jornalista Ryan Parry.
"Servi o pequeno-almoço a membros-chave do gabinete de Bush, como a conselheira para a Segurança Nacional, Condoleeza Rice, e o secretário de Estado, Colin Powell", escreve ainda.
O "Daily Mirror" de hoje intitula a história como "O maior escândalo da segurança real" e dedica 15 páginas ao tema. Para além disso, o jornal ilustra a reportagem com algumas fotos, nomeadamente do jornalista na "suite belga", o quarto em que estão alojados o Presidente Bush e a sua mulher, Laura, bem como a sala reservada ao pequeno-almoço, onde Parry, nas suas próprias palavras, poderia ter "envenenado a Rainha".
O diário denuncia a paradoxal incompetência das forças de segurança britânicas, que nas ruas põem 14 mil polícias e que, ao invés, permitem que uma pessoa com referências falsas trabalhe no próprio Palácio de Buckingham. O jornalista assegura que "ninguém, durante os últimos meses, lhe revistou os bolsos quando entrava ou saía do palácio".
O Palácio de Buckingham recusa comentar este episódio. Eric Feferberg/AFP
O diário denuncia a paradoxal incompetência das forças de segurança britânicas
