Karl Marx
20-05-2004, 11:37
O ministro britânico encarregue das relações com o Parlamento, Peter Hain, reconheceu quinta-feira que o incidente de quarta-feira na Câmara dos Comuns, quando Tony Blair foi "bombardeado" com pó violeta, foi uma "falha embaraçante" em matéria de segurança".
"Isso não deveria ter acontecido e, no âmbito da revisão dos procedimentos de segurança (no Parlamento) que lançámos há alguns meses, este incidente será cuidadosamente estudado", disse quinta-feira o ministro à BBC-Rádio.
"Teria sido certamente uma vitória para o terrorismo se o produto utilizado quarta-feira tivesse sido bacilo do carbúnculo ou de rícino e tivesse morto um grande número de deputados, bem como uma grande parte do Governo, confirmando as informações dadas pelos serviços secretos no passado", acrescentou Peter Hain.
O ministro revelou ainda que vai reunir-se brevemente com o director adjunto do M15, o serviço de segurança interna britânico.
Na quarta-feira, dois manifestantes lançaram preservativos cheios de um pó violeta sobre o primeiro-ministro britânico, quando Tony Blair respondia aos deputados, no âmbito da sessão semanal de perguntas ao chefe do Governo.
Lusa/Fim
"Isso não deveria ter acontecido e, no âmbito da revisão dos procedimentos de segurança (no Parlamento) que lançámos há alguns meses, este incidente será cuidadosamente estudado", disse quinta-feira o ministro à BBC-Rádio.
"Teria sido certamente uma vitória para o terrorismo se o produto utilizado quarta-feira tivesse sido bacilo do carbúnculo ou de rícino e tivesse morto um grande número de deputados, bem como uma grande parte do Governo, confirmando as informações dadas pelos serviços secretos no passado", acrescentou Peter Hain.
O ministro revelou ainda que vai reunir-se brevemente com o director adjunto do M15, o serviço de segurança interna britânico.
Na quarta-feira, dois manifestantes lançaram preservativos cheios de um pó violeta sobre o primeiro-ministro britânico, quando Tony Blair respondia aos deputados, no âmbito da sessão semanal de perguntas ao chefe do Governo.
Lusa/Fim
